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Mostrando postagens de 2017

El dolor

No sé. Pero creo que la vida es algo muy difícil, pues tenemos que equilibrar a nosotros, a los otros y a todos que tienen una gran o pequeña participación en nuestros días. Soy una persona que siente mucho, en niveles muy elevados. Todo me duele, a todo siento intensamente... Y, siempre y mas veces que me gustaría, lloro. Díos, cómo lloro!

Amor próprio

Hoje é sábado. Quem me conhece sabe que detesto os sábados; eles são chatos, enfadonhos e compridos. Gosto da semana, porque toda a movimentação, o dia a dia com as turbas de gente (no ônibus, no ponto, nas ruas), me faz muito bem. Então, consequentemente, o sábado me dá tempo de pensar. O que, particularmente, gostaria de dar um "pause". Há coisas que não quero refletir, nem tomar nota nem espairecer a mente. Mas, hoje, refletindo no que muitos designaram como "amor próprio", cheguei a seguinte conclusão: é isso mesmo. O amor próprio é uma armadura fantástica contra esse mundo tão difícil. Crise existencial acaba com esse amor, não é mesmo? Ficar pensando se o amor da sua vida ainda te ama e quer ficar com você, se seus amigos ao menos lembram de você (o que parece que não, considerando que ninguém pergunta de você), se a falta da tal da reciprocidade é o mau do século, se sorrir sempre e esconder o desespero foi um erro, porque talvez mostre que você não tem frag...

Transporte Público

Todos os dias, acordo às 5:35 da manhã. A cada cinco minutos, até às 5:52, meu celular desperta. Sim, eu já quis jogá-lo na parede, e sim, já cheguei a ouvir o toque do despertador enquanto andava pelas ruas, de tão impregnante que é. Então, tecnicamente, as 5:55 estou de pé. Tenho exatos vinte minutos pra ficar pronta, sair correndo e pegar um ônibus. Esclareço aqui a primeira vantagem: exercício físico. Tenho que sair correndo, com salto/bolsa/sacola/coque desmanchando e entrar no famoso espaço chamado "ônibus". Tenho fé que você identificou minha ironia: aquilo não é um ônibus, não é uma lata de sardinha: é uma lata de atum. É tanta gente, tanta coisa, tanto povo, que me sinto um dos pedacinhos de atum enlatado que compramos no mercado. O primeiro sofrimento é chegar na roleta. Há pessoas em todos os lugares: na escadinha da entrada, nas portas laterais, no motor, na roleta, nos corredores, no chão, até no teto, se bobear. Mas, aí, você consegue passar a roleta. E pre...